Publicações

Diário de Obras

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O CECI lança mais uma ficha das Boas Práticas apresentando a técnica tradicional da escaiola. Trata-se de uma invenção feita no século 17 a partir da manipulação do gesso para imitar as mais belas pedras ornamentais..
Essa Ficha Técnica de Boas Práticas da Gestão de Restauro apresenta os procedimentos para a produção da escaiola, revestimento especial usado em paredes e demais componentes artísticos aplicados ou integrados na edificação. O objetivo é desvelar o segredo dessa técnica antiga e sofisticada de imitação das pedras ornamentais como o jaspe com suas nuances de cor e formas.
Visa estimular o “renascimento” da técnica do mármore-estuque ou escaiola junto aos arquitetos, artistas, estucadores e artesãos como uma alternativa na decoração de ambientes da arquitetura contemporânea. No âmbito da conservação do patrimônio cultural construído, fornece aos conservadores a possibilidade de intervenções seguras com base nas técnicas tradicionais da construção.
É possível fazer ressurgir no âmbito da arquitetura contemporânea a utilização do mármore artificial. Algumas razões podem ser elencadas: a possibilidade de acabamento com tipos de mármores raros cujas perfeições tornam impossível ao leigo distinguir ser uma pedra artificial; os preços muito elevados das pedras e mármores raros;  a possibilidade de a escaiola ser moldada em qualquer forma, algumas impossíveis para as pedras verdadeiras; o custo acessível a grande maioria dos apreciadores de designer e revestimentos em mármore.
Boas práticas!
Jorge Eduardo Lucena Tinoco, arquiteto
diario_obrasMais uma ficha das Boas Práticas é lançada pelo CECI. O Diário de Obras ou Livro de Ocorrências.
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Attributes Of Modern Architecture And Conservation Action

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txt59The CECI launches another Texts for Discussion Series managed restoration - vol.59

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Monitoramento da Gestão da Conservação Urbana

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txt56O Monitoramento da Gestão da Conservação Urbana é um tema do momento econômico por que passam os principais centros urbanos do país.
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Declaração de Significância de Exemplares da Arquitetura Moderna

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txt57O tema "Declaração de Significância" é abordado em mais um Texto para Discusão (Volume 57) lançado pelo CECI.

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A Teoria Contemporânea da Conservação e a Arquitetura Moderna

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A teoria da conservação sofreu uma grande reformulação nos últimos vinte anos. O seu foco mudou da busca da conservação das características físico-materiais para a conservação da significância ou dos valores. Esse movimento foi iniciado por Cesare Brandi, ganhou corpo e ímpeto com a publicação da Carta de Burra em 1998.  Os valores são produtos da mente humana, portanto de caráter subjetivo. Os valores dos bens materiais patrimoniais são formados pela interação entre os sujeitos e os objetos, em um determinado contexto. Os valores podem ser instrumentais, documentais ou simbólicos. Todas as formas de valor são importantes para a conservação contemporânea. Para entender a conservação é preciso compreender que o dano não tem uma definição objetiva, pois aparece como uma característica indesejável dos objetos. A conservação busca manter os significados dos objetos, ao longo do tempo, para pessoas e grupos sociais, logo não é uma atividade independente dos objetivos sociais. A conservação é uma atividade que se apóia em um código ético que traça as diretrizes de intervenção sobre os objetos. Também, a conservação distingue-se como uma atividade de julgamento e decisão e nesse sentido é ligada à sabedoria prática e não à epistêmica. A arquitetura moderna não requer uma teoria da conservação própria, mas traz novos problemas e desafios a teoria existente.
txt58O CECI lança mais um Texto para Discussão de autoria do arquiteto e urbanista, Prof. Dr. Sívio Mendes Zancheti.
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Boas Práticas da Conservação: Escaiola

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escaiola_metodo_minusO CECI lança mais uma ficha das Boas Práticas apresentando a técnica tradicional da escaiola. Trata-se de uma invenção feita no século 17 a partir da manipulação do gesso para imitar as mais belas pedras ornamentais..

Essa Ficha Técnica de Boas Práticas da Gestão de Restauro apresenta os procedimentos para a produção da escaiola, revestimento especial usado em paredes e demais componentes artísticos aplicados ou integrados na edificação. O objetivo é desvelar o segredo dessa técnica antiga e sofisticada de imitação das pedras ornamentais como o jaspe com suas nuances de cor e formas.

Visa estimular o “renascimento” da técnica do mármore-estuque ou escaiola junto aos arquitetos, artistas, estucadores e artesãos como uma alternativa na decoração de ambientes da arquitetura contemporânea. No âmbito da conservação do patrimônio cultural construído, fornece aos conservadores a possibilidade de intervenções seguras com base nas técnicas tradicionais da construção.

É possível fazer ressurgir no âmbito da arquitetura contemporânea a utilização do mármore artificial. Algumas razões podem ser elencadas: a possibilidade de acabamento com tipos de mármores raros cujas perfeições tornam impossível ao leigo distinguir ser uma pedra artificial; os preços muito elevados das pedras e mármores raros;  a possibilidade de a escaiola ser moldada em qualquer forma, algumas impossíveis para as pedras verdadeiras; o custo acessível a grande maioria dos apreciadores de designer e revestimentos em mármore.

Boas práticas!

Jorge Eduardo Lucena Tinoco, arquiteto

Baixe aqui a Edição n. 04/2014

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Observações:

Para se obter um melhor resultado na resistência final da escaiola, é importante pontuar que na preparação da cola os melhores reultados são obtidos com a cal calcítica maturada por três anos. Essa cal, associada à cola animal de peixe vem dando excelentes resultados de trabalhabilidade e de resistência final do revestimento.

Um procedimento antigo é o de se fazer vários testes antes da aplicação da argamassa em suportes semelhantes ao local onde a escaiola será aplicada. A prática de se fazer testes e, inclusive, modelos reduzidos é antiga e garante os melhores resultados. Na Basílica da Penha no Recife (PE) é possível ver inúmeros teste feitos pelos estucadores com traços de escaiola e marmorino para a escolha das misturas de pigmentos. Esses testes encontram-se no intradorso do forro do deambulatório.

 

Boas Práticas da Conservação: mão-de-amigo

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maoDeamigoO CECI lança mais um volume da série Boas Práticas da Gestão do Restauro com o tema sambladuras para próteses em componentes construtivos de madeira: "mão-de-amigo" e "grampo".

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Argamassa raspada (Cirex, simili-granito)

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simili_granitosoledadewebA CECI lança mais um volume de Boas Práticas da Gestão do Restauro. A edição no 2 apresenta as boas práticas para a produção de argamassa-raspada ou, como era denominada no passado, simili-granito, pedra fingida ou Cirex. Veja em Publicações, Boas Práticas.

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Areia lavada e queimada

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boletim1O CECI apresenta a nova série BOAS PRÁTICAS DA GESTÃO DO RESTAURO por ocasião do lançamento da 14a edição do Curso de Gestão de Restauro.

A primeira ficha aborda a questão da aplicação da areia in natura na produção de argamassas e concretos sem os cuidados da lavagem. Não faz muito tempo que o procedimento de lavar areia nos canteiros de obras era uma tarefa corriqueira. Também, queimar a areia (calcinação) era um serviço que fazia parte das composições de preços para a produção de argamassas de revestimentos externos. Os rebocos denominados simili-granito, pedra-fingida ou argamassa raspada* não dispensavam a lavagem e a queima da areia, após essa passar pelo processo de peneiramento.

Os serviços de peneirar, lavar e queimar a areia faziam parte de especificações de obras e entravam nas composições de preços de serviços com apropriações de tempo, volume e custo de produção.

Em Pernambuco, Brasil, desde a década de 1970 que o setor imobiliário da construção civil deixou de lavar e queimar a areia. Não sei ao certo o porquê de essas boas práticas da construção terem sido abandonadas... Tempo? Custos? Sejam quais forem os motivos é inaceitável ver agregados imundos (vide foto abaixo) serem aplicados na produção de rebocos, concretos e outras argamassas.

Baixe aqui a Edição n. 01/2013

dou_areia_queimada

areia_lavagem

Encargo de queimar a areia, publicado no DOU-Diário Oficial da União de nov/1933. Lavagem de areia fina em canteiro de obra. Foto do autor.

Jorge Eduardo Lucena Tinoco, arquiteto, responsável técnico do CECI

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* Sobre esse assunto vejam a próxima edição do Boas Práticas da Gestão do Restauro

 
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