Curso de Gestão de Restauro - 15a Edição

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Lançada a chamada de 15a EDIÇÃO DO CURSO DE GESTÃO DE RESTAURO
O Curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural – Gestão de Restauro, edição 2015, traz novidades para os candidatos. Entre outras, a viagem de estudos desta edição tem opção de roteiro que inclui as cidades históricas de Portugal: Lisboa, Mafra, Cintra, Évora, Vila Viçosa, Borba, Tomar, Coimbra, Conímbriga, Bussaco, Aveiro, Luso, Viseu, Porto, Guimarães, Braga, Barcelos, Viana do Castelo, Aveiro Alcobaça e Óbidos. O início da nova edição está previsto para o dia 2 de fevereiro de 2015.
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O Curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural – Gestão de Restauro, edição 2015, traz novidades para os candidatos. Entre outras, a viagem de estudos desta edição tem opção de roteiro que inclui as cidades históricas de Portugal: Lisboa, Mafra, Cintra, Évora, Vila Viçosa, Borba, Tomar, Coimbra, Conímbriga, Bussaco, Aveiro, Luso, Viseu, Porto, Guimarães, Braga, Barcelos, Viana do Castelo, Aveiro Alcobaça e Óbidos. O início da nova edição está previsto para o dia 2 de fevereiro de 2015.

Gestão de Restauro/2015

15a Edição do Curso de Gestão de Restauro

O Curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural – Gestão de Restauro, edição 2015 traz novidades para os candidatos. A viagem de estudos desta edição tem opção para roteiro que inclui as cidades históricas de Portugal: Lisboa, Mafra, Cintra, Évora, Vila Viçosa, Borba, Tomar, Coimbra, Conímbriga, Bussaco, Aveiro, Luso, Viseu, Porto, Guimarães, Braga, Barcelos, Viana do Castelo, Aveiro Alcobaça e Óbidos. O início da nova edição está previsto para o dia 2 de fevereiro de 2015.

O CECI apresenta o tema base da 15ª Edição do Curso Gestão de Restauro/2014:

A GESTÃO DA CONSERVAÇÃO: garantindo a integridade e a autenticidade das edificações de valor cultural

Nesta edição faremos foco na necessidade de os projetos e as obras de conservação e restauro das edificações de valor cultural garantirem a integridade material dos componentes construtivos assim como os seus aspectos de autenticidade. Os trabalhos de conservação exigem que as intervenções sejam realizadas levando em consideração as boas práticas da gestão de restauro. No momento em que estão sendo iniciadas quase uma centena de obras pelo Brasil, através do PAC-Cidades Históricas, esse é o momento adequado para se estudar a permanência dos valores de significância cultural das edificações.  

O programa do curso está ajustado para a difusão das boas práticas da conservação. O objetivo é capacitar os profissionais para as mudanças de paradigmas nas ações de preservação do patrimônio cultural construído. As condutas que privilegiam a restauração em detrimento da conservação devem ser revisadas. Observa-se que os projetos não contemplam especificações e encargos que possibilitem os procedimentos das práticas de manutenções periódicas preditivas e preventivas. Por outro lado, a maioria das intervenções de requalificações e adaptações retiram dos imóveis antigos indicadores importantes da significância cultural que justificaram sua proteção. O resultado final das obras e serviços tem-se traduzido numa cenarização do antigo, onde a conduta do “velhinho em folha” prevalece.

O CECI vem se dedicando à implementação das boas práticas da gestão de conservação. O Programa de Aceleração do Crescimento – PAC das Cidades Históricas, com investimentos previstos de mais de um bilhão de reais, não contemplou, até o momento, ações técnicas de projetos e obras que permitam e garantam a permanência dos valores de autenticidade e de integridade dos componentes construtivos das edificações. Como ocorreu nos programas anteriores, as intervenções pontuam pelo viés do restauro, diga-se de refazimentos. Não se encontram nos documentos disponibilizados nas licitações já realizadas e nas que estão em andamento ações que possibilitem as subsequentes inspeções periódicas e manutenções preventivas. Assim, essas condutas ficam comprometidas pelo desconhecimento futuro ou pela dificuldade em se saber sobre os procedimentos técnicos e materiais aplicados nas intervenções.

O Curso Gestão de Restauro apresenta nesta edição uma metodologia de capacitação para dotar o profissional de conhecimentos e instrumentos técnicos, habilitando-o nas boas práticas da gestão da conservação, que visa à garantia da autenticidade e da integridade dos bens culturais construídos.

A sala das aulas virtual da 15ª edição encontra-se em site específico do Ceci:

www.cecieducacao.net.br

Nesse ambiente, o aluno tem a sua disposição as ferramentas necessárias à sua capacitação.


O curso de Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural - Gestão de Restauro é em nível de capacitação e treinamento, semipresencial, de profissionais para a manutenção, conservação e restauro do patrimônio construído. É o resultado da experiência de quatorze edições desenvolvidas pelo CECI, juntamente com o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. O Curso é realizado por meio da tecnologia de EAD (Ensino à Distância), através de aulas virtuais, assim como de aulas presenciais em módulos específicos, de visitas técnicas e viagem de estudos.

O curso visa a capacitação de profissionais para as boas práticas da gestão da conservação a partir de obras e serviços em edificações de valor cultural. Sua meta é formar um quadro técnico capaz de realizar ações de gestão, gerenciamento, execução, fiscalização de obras e serviços de manutenção, conservação e restauro.

O curso Gestão de Restauro busca dotar o mercado de profissionais com excelência de informações quanto às boas práticas da conservação, às técnicas tradicionais de construção e aos procedimentos práticos de direção, execução e fiscalização de obras e serviços de manutenção, conservação e restauro.

Desde a sua primeira edição no ano de 2003, o curso resgatou um procedimento de transmissão de conhecimentos semelhante ao que se produzia no passado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. O contato direto com profissionais de larga experiência em canteiro de obras e com os mestres de ofício e artífices assegurava o processo de transmissão de conhecimento aos mais jovens e inexperientes. Esse tipo de formação ainda é eficaz, pois o saber-fazer é forjado pelo exercício com instrutores e práticos experientes e com a assistência teórica de acadêmicos. Didaticamente, isso assegura a rápida maturação das capacidades de aprendizado pela interação entre aluno, mestres e instrutores.

Evolução didática do curso 2003/2015:

A primeira e a segunda edições do Curso foram presencias com uma carga horária de 228 h e 344 h, respectivamente. Estes dois cursos possibilitaram a análise e a avaliação da metodologia pedagógica aplicada com base no processo coletivo de aprendizagem que, ao incentivar a troca de informações entre profissionais de nível superior, mestres de ofícios e artesão/operários, possibilitou a reflexão conjunta sobre temas, promovendo a construção de um novo conhecimento.

Nas edições posteriores (terceira, quarta, quinta, sexta, sétima e décima), as características básicas dessa pedagogia foram utilizadas com sucesso, são elas:   
a) A valorização das experiências acumuladas que cada um traz ou que vai adquirindo no processo do curso;       
b) A desmistificação do conhecimento e da carga de poder que a este se associa; 
c) A responsabilização e o envolvimento dos alunos nas relações interdisciplinares a que o conhecimento está submetido.

O curso Gestão de Restauro trouxe novidades ao agregar, a partir da edição de 2007, mais possibilidades aos alunos do curso de participar ativamente no mercado de trabalho da conservação do patrimônio construído. Foi a inclusão do tema Geração de Negócios e Renda - Empreendedorismo na grade das Disciplinas. Com o auxílio de especialistas, os alunos são conduzidos a construir cenários de ações de trabalho com base na produção do Plano de Conservação Integrada da edificação objeto de estudo no curso. Esta visão avançada no campo da especialização profissional tem o propósito estratégico de atender tanto a necessidade de mercado, sob o aspecto do domínio técnico e das habilidades interpessoais, quanto às demandas atuais de negócios da sociedade.

1a parte - Aulas à distância

i. O aluno pode acessar o curso na hora e local mais conveniente para si. A mídia é o site na internet com a "Sala de Aulas” onde se encontram as aulas e os exercícios em hipertextos.
ii. Uma vez por semana, os alunos recebem uma remessa de documentos, correspondente a uma aula. Essa remessa é composta de: texto base, bibliografia complementar e tarefa-pesquisa e experimentos práticos referente ao objeto de estudo.       
iii.
O texto-base é um hipertexto, elaborado pelos professores do curso sobre um determinado assunto. Para um maior aprofundamento, é enviado uma bibliografia complementar, que pode ser composta por textos e artigos de outros autores ou apenas a indicação de livros ou sites sobre o tema.        
iv. Os experimentos são exercícios práticos para sedimentar o entendimento do aluno sobre os assuntos. A tarefa e os experimentos mensais são lançados para subsidiar o Plano de Gestão da Conservação do objeto de estudo (OE) de cada aluno.      
v. A sequência didática cumprida pelos alunos em cada aula: leitura do conteúdo dos hipertextos; leitura da bibliografia impressa – artigos, livros e websites sugeridos; resolução das tarefas e experimentos propostos; participação nas interações com o professor moderador e os demais alunos pelas ferramentas como fóruns, videoconferências ou vídeo-aulas.          
vi. Um contexto mensal é selecionado para discussão e encontro de ideias por todos os alunos a partir das provocações do moderador. Essa atividade corresponde aos workshops virtuais.
vii. O
Manual Prático é composto de duas partes. A primeira é um manuscrito, elaborado pelos próprios alunos durante o curso sobre os materiais, as técnicas, os sistemas e os procedimentos técnicos transmitidos pelos professores e mestres de ofício. A segunda parte é uma ampla e detalhada planilha eletrônica de preços de insumos e serviços de manutenção, conservação e restauro do patrimônio cultural edificado, bem como dos elementos artísticos aplicados e integrados.       
viii. O Plano de Gestão da Conservação é o trabalho prático do aluno sobre a gestão de uma obra ou serviço de manutenção, conservação ou restauro de uma edificação de valor cultural. Trata-se do contexto do aluno, isto é, do seu objeto de estudo (OE). O plano contempla a gestão do projeto, dos suprimentos e dos riscos, além das rotinas de procedimentos operacionais de controle e qualidade. Contém as articulações e negociações para viabilizar a implementação das ações, inserindo ou consolidando, conforme o caso, o aluno no mercado de trabalho.          
ix. As aulas presenciais à distância, na modalidade de
videoconferência, serão aplicadas uma a cada módulo de modo ao aluno participar em tempo real, com direito a imagem e voz, em qualquer lugar onde houver conexão à internet em banda-larga.

Obs.: A tecnologia de EAD (Ensino à Distância) já foi testada e utilizada com sucesso por em todo o mundo. No âmbito da conservação do patrimônio, o CECI foi pioneiro no Brasil e América Latina quando no ano de 2000 foi cátedra da UNESCO com o curso ITUC/AL. São ferramentas simples e eficazes. Entretanto, o ensino à distância requer autonomia e concentração por parte do estudante, assim como sua participação ativa em todo o processo. O tempo requerido do aluno para a dedicação ao curso é de, no mínimo, 8 horas semanais, conforme recomendação básica: 2 horas por semana navegando no website do curso (essa atividade requer conexão com a Internet no horário mais conveniente para o aluno); 2 horas por semana fazendo a leitura (off-line) dos conteúdos dos arquivos baixados; 4 horas por semana produzindo os exercícios solicitados. Além de navegadores (web browser), é necessário o aluno ter instalado no computador softwares para leitura de arquivos em pdf (Acrobat Reader), pps (PowerPoint) e flash.

2a parte - Aulas presenciais

As aulas presenciais são práticas e são realizadas pelo método pedagógico da interação direta entre aluno, professor, mestres de ofícios e artesãos/operários em um encontro de 30 dias, sendo que: 20 dias são destinados às práticas numa cidade histórica de Pernambuco, onde os alunos participam de atividades práticas de gestão e execução de obras e serviços de manutenção, conservação e restauro, através da realização de tarefas e atividades em canteiro de obras nos ofícios tradicionais da construção; 10 dias são para as visitas técnicas e a viagem de estudos orientadas (Vide algumas imagens).

O Curso tem uma carga horária total de 390, assim distribuídas:

Aulas teóricas/experimentos = 124 horas + debates 56 horas = 180horas 
Aulas práticas/visitas técnicas = 180 horas        
Orientações e acompanhamento do Plano ou artigo = 30 horas

O curso é oferecido em quatro módulos. Cada módulo encerra um conhecimento sobre um assunto específico dentro do quadro da capacitação do aluno para a gestão e a prática de obras de conservação e restauro. São os seguintes os módulos oferecidos pelo programa do curso:

Módulo I - Gestão de obras e serviços
Teoria da Restauração
Habilidades do Gestor 
Gestão de Negócios 
Empreendedorismo
Organização e Administração de Canteiros de Obras de Conservação e Restauro
Modelagem de Preços e Custos - Planilhas de Orçamento

Módulo II – Teoria e experimentos dos Sistemas Construtivos
Técnicas Construtivas Luso-Brasileiras

Ofício da Cantaria

Ofício da Alvenaria

Ofício do Estuque

Ofício da Carpintaria e Marcenaria

Ofício do Metais, Forja e Fundição

Ofício da Pintura

Ladrilhos e Mosaicos

Azulejos Históricos

Concreto Armado

Módulo III – Prática dos Ofícios Tradicionais
Prática de Manutenção, Conservação e Restauro em Canteiro de Obras

Visitas Técnicas

Viagem de Estudos (opcional)

Módulo IV – Produção dos Planos e Artigo 
Plano de Gestão/Negócio do Objeto de Estudo

Plano de Gestão da Conservação Integrada do Objeto de Estudo

Artigo

Viagem de Estudos – NOVIDADES

O CECI apresenta duas opções de roteiros para a viagem de estudos que, nesta edição é opcional.

O primeiro roteiro Brasil (período 23 a 30/nov/2015): tem como destinos as cidades históricas das regiões/rotas que serão escolhidas pelos participantes durante o módulo I do curso. As regiões/rotas indicadas são:

Nordeste/Rota-1: Paraíba (João Pessoa, Cabedelo e Lucena), Pernambuco (Igarassu, Itamaracá e Goiana), Alagoas (Marechal Deodoro e Penedo) e Sergipe (Aracaju, São Cristóvão e Laranjeiras).

Nordeste/Rota-2: São Luiz e Alcântara

Nordeste/Rota-3: Salvador, Cachoeira

Sudeste/Rota-1: Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, Congonhas e São João Del Rey.

Sudeste/Rota-2: Rio de Janeiro, Petrópolis, Paraty e Angra dos Reis.

O segundo roteiro Portugal (período 22/nov a 02/dez/2015): serão visitadas as seguintes cidades e vilas históricas: Lisboa, Mafra, Cintra, Évora, Vila Viçosa, Borba, Tomar, Coimbra, Conímbriga, Buçaco, Aveiro, Luso, Viseu, Porto, Guimarães, Braga Barcelos, Viana do Castelo, Aveiro Alcobaça e Óbidos.

Os roteiros estão também abertos aos ex-alunos e profissionais da área da conservação do patrimônio cultural construído, inclusive com acompanhantes. O número máximo de participantes é de 50 pessoas.

Os valores das partes aéreas e terrestres serão divulgados a partir do próximo mês novembro, pelo fato de as empresas aéreas só permitirem fazer o bloqueio de passagens a partir de 12 meses de antecedência à viagem. As informações e contratações da viagem de estudos (modalidade de parcelamentos) serão feitas diretamente com uma agência de viagem, sob a supervisão do CECI. Aguardem.

Veja aqui os parceiros do CECI e Leia o Edital de Chamada

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